Casa Blanca

Não sei tocar piano Não tenho um amigo chamado Sam Mas revejo a cena num velho DVD O ar de sofrimento blassé de Humphrey Bogart Tentando ser nobre e escondendo Baixíssima auto-estima.
E Ingrid Bergman mostrando hesitação A espera de um único sinal Para sempre escondido No rosto frio e cínico Atrás de nobreza fingida E orgulho ferido De seu outrora amado
Humphrey Bogart Vira o rosto Sabedor de que O tempo e a distancia Nunca curam velhas feridas
Escrito por Alvaro A. L. Domingues às 11h41
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Sombras e Sonhos

Demônios povoam os sonhos. De onde virá a Luz? Sem medo ela porta um cálice, Feito de dura pedra.
Em seu interior, um Sol Tal qual uma hóstia Tenta partí-lo em pequenos pedaços E dar em comunhão à multidão de sombras
Uma voz cheia de poder, lhe diz "Erga o Sol acima de tua cabeça E mostra-o para que a multidão Veja que tu portas a Luz".
Ela obede e com o Sol Na ponta dos dedos da mão esquerda O ergue, exibindo-o para quem sofre E as sombras se enchem de Luz Alvaro A. L. Domingues imagem: obtida na web, sem referencia de autoria
Escrito por Alvaro A. L. Domingues às 14h20
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